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No ano de 2010 iremos reconstruir o truizz e lannçaremos uma  area de cursos on-line...

em breve...


15/01/2010
Produtores brasileiros de games ganham o mundo
THÉO AZEVEDO
Da Redação

Falar em desenvolvimento de jogos no Brasil está longe de ser novidade: o setor emprega 560 profissionais em 42 empresas que movimentam R$ 87,5 milhões, segundo pesquisa da Abragames (Associação Brasileira das Desenvolvedoras de Jogos Eletrônicos) divulgada em 2008. Porém, de uns anos pra cá os profissionais tupiniquins começaram ganhar o mundo, e hoje trabalham em empresas como Electronic Arts, Activision, Remedy, Crytek, Double Fine etc.

O UOL foi conversar com alguns dos produtores brasileiros que estão espalhados pela América do Norte e Europa, e conta quem são eles, como conseguiram o emprego e como é trabalhar em outro país, muitas vezes abrindo mão da convivência com a família e os amigos em nome da oportunidade profissional.

Games como “Mass Effect 2”, “FIFA 2010”, “Guitar Hero 5”, “Alan Wake” e “Brütal Legend” já contam diretamente com o toque de brasileiros que trabalham em áreas variadas, da programação ao design, passando pela trilha sonora. Não deixa de ser inspirador para aqueles que sonham, um dia, obter uma vaga na indústria do entretenimento eletrônico.

“Fuga de talentos” à parte, a tendência parece trazer desdobramentos benéficos todos os envolvidos: do ponto de vista do produtor, ir para fora é uma oportunidade única de adquirir experiência, ganhar melhor e participar de grandes projetos; para a empregadora estrangeira, é uma mão-de-obra que ajuda a promover a tão buscada diversidade cultural, comum no ambiente de trabalho destas empresas; e, para a indústria nacional, é o reconhecimento do potencial criativo do brasileiro para desenvolver games.

A disputa pelo talento

Para a Abragames, a ida de profissionais para o exterior é mais benéfica que nociva à indústria nacional. "Não só pela questão do reconhecimento dos nossos profissionais, mas pela experiência que estes brasileiros conquistam e, na maioria dos casos, que vai acabar voltando para o país", explica Winston Petty, presidente da associação.

A Jynx Playware, produtora instalada no Recife, pode como nenhuma outra falar sobre este êxodo, pois já "exportou" pelo menos seis funcionários para o exterior - principalmente para a Digital Chocolate, em Helsinki, na Finlândia. Fred Vasconcelos, diretor da Jynx, vê o fenômeno com naturalidade: "Em certas ocasiões, empresas maiores acabam mesmo canibalizando empresas menores, em especial seus funcionários".

Para Vasconcelos, é importante que as empresas brasileiras criem maneiras inovadoras para reter talentos. A própria Jynx já entendeu a situação e criou uma política de carreira bastante apropriada para uma produtora de games: "Temos um plano de cargos e salários que é simplesmente um RPG. Você desenvolve seu personagem guiando-o para a obtenção de resultados na carreira".

No futuro, Winston acredita que, conforme a evolução da indústria de produção de games no Brasil progredir, o processo pode até inverter: "Não se surpreendam se nossos estúdios começarem também a importar talentos 'gringos' para integrar suas equipes. Viver um ciclo profissional no Brasil é uma proposta atraente para muitos desenvolvedores lá fora".

SBGames 2009

Estudantes ou mesmo profissionais em busca de uma carreira no mercado de jogos têm no SBGames 2009 (VIII Simpósio Brasileiro de Jogos e Entretenimento Digital), evento que acontece de 8 a 10 de outubro, no Rio de Janeiro, uma oportunidade de fazer contatos e assistir a palestras dos mais variados temas. Nesta edição, o assunto principal é convergência, por isso serão recorrentes discussões sobre a integração entre os games e a TV digital, por exemplo.

Como de costume, o SBGames traz palestrantes internacionais e, em 2009, estão entre eles Glenn Entis, que já foi CEO da Dreamworks ("Medal of Honor") e hoje é um dos sócios da VanEdge Capital, empresa de new venture focada em investimentos para entretenimento interativo e negócios relacionados a Mídia Digital. Já Bruno Matzdorf e Michael Foster, da Sony Computer Entertainment, vão falar sobre o desenvolvimento de jogos nas plataformas PlayStation.


09/10/2009
Pombo é mais rápido que banda larga na África do Sul

O pombo Winston levou um cartão de memória de 4GB amarrado em uma das pernas no trajeto de cerca de 80 km entre um escritório da empresa Unlimited IT, na cidade de Howick, e outro na cidade costeira de Durban.

Segundo a Unlimited IT, levou 1h08 para que a ave chegasse ao destino e mais uma hora para que o conteúdo do cartão fosse colocado em um computador. Durante o mesmo período, a empresa disse que enviou de um computador no primeiro escritório a outro no segundo os mesmos dados e apenas 4% deles haviam sido baixados no destino nesse tempo, apesar de ter sido usada banda larga.

A ideia da prova surgiu quando um funcionário da Unlimited IT reclamou da baixa velocidade na transmissão de dados por ADSL. A prova empolgou alguns sul-africanos - centenas deles acompanharam os lances da corrida na internet através de redes sociais como o Facebook e o Twitter.

A Telekom, por sua vez, declarou que não é responsável pela velocidade baixa da internet usada na empresa. "No passado, várias recomendações foram feitas ao cliente (Unlimited IT) mas nenhuma delas, até agora, foi aceita", disse Troy Hector, da Telekom, por e-mail, à agência de notícias da África do Sul, Sapa.

O correspondente da BBC no País, Andrew Harding, disse que a "corrida" foi uma jogada publicitária criativa da Unlimited, mas o resultado dá alguma indicação sobre o estado da banda larga no País e no continente africano como um todo.

Há expectativa de que a velocidade da internet na África melhore em breve, com a chegada de uma nova ligação por fibra ótica ligando o sul e o leste do continente, acrescentou Harding. Segundo o repórter, Winston pode ter sido vitorioso nesta corrida, mas os provedores de internet já estão desafiando o pombo para uma revanche.

BBC Brasil


14/09/2009
Internautas antecipam empregos bizarros do futuro

Internautas imaginaram os "mais terríveis empregos" do futuro, participando de um concurso promovido no site Cracked.com. A lista dos melhores mostra ocupações bizarras como faxineiros e frentistas espaciais, entregadores de jornal eletrônico e terapeutas para casais formados por humanos e robôs.

O concurso do site foi motivado pela idéia de que, do modo como o mundo está evoluindo, no futuro serão necessárias novas habilidades e serão criados novos postos de trabalho para lidar com as grandes mudanças.

Algumas das respostas dos internautas são claramente relacionadas à destruição do meio ambiente e às consequências do aquecimento global, como a sugestão de que serão necessárias escolas de surfe no Alasca.

Outras, relacionadas ao individualismo e à solidão do homem moderno, como no exemplo dos novos terapeutas, treinados para lidarem com casais formados por seres humanos e robôs.

A extinção da raça humana é tratada de forma cômica no exemplo da aula de anatomia humana para robôs. E o rápido desenvolvimento tecnológico dos últimos anos vira piada no exemplo do clássico menino entregador de jornais que, da bicicleta, joga leitores eletrônicos nos jardins.

O post com todas as imagens pode ser acessada no endereço www.cracked.com.

Redação Terra


14/09/2009
TV investe em aplicativos seguindo modelo da Apple

Saul Hansell

O ramo de TV a cabo e via satélite inveja um bocado o iPhone. A Apple foi capaz de popularizar seu celular em meio a muita concorrência fornecendo ou vendendo aplicativos especializados que tornam o aparelho mais útil. Até agora, desenvolvedores independentes já criaram mais de 65 mil aplicativos.

A DirecTV e o serviço FiOS da Verizon Communications recentemente anunciaram lojas de aplicativo seguindo explicitamente o modelo da App Store da Apple. Apenas alguns aplicativos apareceram até agora, mas esses poucos - versos da Bíblia, atualizações do Facebook e informações sobre equipes esportivas - sugerem que as pessoas podem não estar satisfeitas em apenas ficar sentadas enquanto assistem à TV, preferindo se debruçar, interagir e personalizar suas televisões.

A maioria das demais companhias de TV a cabo, satélite e telefone também está desenvolvendo tecnologia que irá permitir que seus conversores possam rodar aplicativos mais complexos, incluindo os criados por desenvolvedores externos. Mas as companhias ainda debatem sobre o nível de abertura a desenvolvedores externos que desejam para seus sistemas, sobre qual modelo de negócio adotar para os desenvolvedores e sobre o que as pessoas querem fazer enquanto assistem à TV de seus sofás.

Os sistemas de TV, afinal, são há tempos rigidamente controlados por suas operadoras, que enviam esquadrões de advogados para negociar acordos mesmo com os canais mais desconhecidos. Para eles, a perspectiva de imitar a dispersa loja da Apple é assustador, mas ainda assim, cada vez mais atraente.

"A beleza do iPhone é que existem muitos aplicativos que a Apple não imaginaria que as pessoas desejassem", disse Sree Kotay, arquiteto-chefe de software da Comcast. "Queremos que as pessoas se envolvam com a televisão de maneiras que ainda não concebemos."

A ideia de aplicativos vai além da televisão interativa. Já há alguns anos, muitos clientes de TV a cabo e via satélite conseguem obter notícias, previsões do tempo e placares de esportes através de seus conversores. Alguns deles também mostram mensagens durante comerciais pedindo que os telespectadores usem seus controles remotos para obter mais informações na tela.

Mas muito pouco dessa interatividade envolveu de fato os consumidores, levando muitos do setor a concluir que tudo que a maioria das pessoas queria fazer com sua TV era assisti-la.

Com as pessoas se acostumando a interações eletrônicas sofisticadas, não apenas em telas de computador, mas em aparelhos usados o dia inteiro - painéis de carro, câmeras e especialmente celulares -, o setor está reavaliando essa teoria. Embora os espectadores permaneçam passivos na maior parte do tempo, eles querem cada vez mais que as capacidades e informações das quais passaram a depender em um aparelho com tela sejam disponibilizadas em todas as outras telas usadas todos os dias.

No serviço FiOS, o aplicativo do Facebook permite que as pessoas vejam fotos compartilhadas com amigos nas telas de seus televisores. O aplicativo do Twitter mostra no lado direito da tela um fluxo de tweets sobre o programa sendo assistido. "Os programas ficaram mais divertidos de serem assistidos porque acontece toda uma conversa", disse Shadman Zafar, vice-presidente sênior de desenvolvimento de produto. "Para esportes, é como trazer as conversas de bar para dentro de casa."

O serviço do Twitter foi um sucesso, com mais de um milhão de consumidores do FiOS usando o aplicativo durante os primeiros três dias. Mas Zafar acreditou equivocadamente que as pessoas quisessem ler tweets na TV e usar seus computadores para enviá-los. "Não permitimos que as pessoas enviassem tweets de seus controles remotos", ele disse. "Pensamos que as pessoas, em grande parte, queriam apenas relaxar e ver o que os outros estavam dizendo. Quatro horas após o produto ter ido ao vivo, recebemos centenas de pedidos, 'agora posso mandar um tweet da TV?'"

Em dois dias, a Verizon acrescentou esse atributo; os usuários escreviam mensagens pelo teclado numérico do controle remoto como se estivessem enviando uma mensagem de texto por um celular.

Outra lição aprendida: um dos maiores impedimentos ao acréscimo de mais atributos a televisores é o controle remoto. É difícil digitar textos ou até mesmo transitar rapidamente em menus complexos. Por isso, o setor de TV a cabo teria que redesenhar e substituir controles remotos e conversores antigos, com memória e capacidades de processamento limitadas, em dezenas de milhares de residências.

"O conversor de TV mais antigo equivale a um Mac II de 1991", disse Kotay, da Comcast. Mesmo modelos recentes mal são capazes de lidar com as tarefas interativas que os desenvolvedores já começam a imaginar, especialmente a combinação de texto, elementos gráficos e vídeo vindos de canais a cabo e da internet. E a próxima geração irá ainda mais além.

Por exemplo, um conversor que a Echostar planeja introduzir este ano terá um navegador de internet completo capaz de rodar vídeos de quase todos os sites da web.

AT&T e Verizon, que apenas recentemente começaram a competir diretamente com Comcast e TimeWarner Cable, têm o benefício de iniciarem tecnicamente do zero. Seus conversores possuem atributos mais semelhantes a computadores e conexões de internet mais rápidas. O serviço U-verse da AT&T, por exemplo, recentemente ofereceu uma versão interativa do torneio de golfe da Associação Profissional de Golfe que permite que os usuários recebam imagens de câmeras em diferentes áreas do campo.

Comcast, Time Warner Cable e a maioria das demais principais companhias de TV a cabo enfrentam as empresas de telefonia apoiando um padrão chamado Formato Avançado de Intercâmbio Binário de TV. Quando for adotado no ano que vem, ele permitirá que todos os conversores, exceto os mais antigos, mostrem aplicativos interativos simples que são acionados por certos programas e comerciais. Um dos primeiros usos desse software será colocar a informação do identificador de chamadas na tela da TV quando o telefone tocar.

Em teoria, esse padrão irá também permitir que desenvolvedores criem aplicativos que possam ser rodados em dezenas de milhares de residências. Mas as companhias de TV a cabo ainda não pensaram em como os desenvolvedores irão enviar seus aplicativos e em que tipo de modelo de negócio será apoiado. (Mesmo a Verizon ainda não publicou os termos de sua nova loja de aplicativos, mas ela espera dividir com desenvolvedores a receita da publicidade ou da compra dos aplicativos.)

As companhias de TV a cabo estão apostando que os espectadores possam também querer ver informações e fotografias relacionadas aos programas e atores a que assistem. Outras áreas discutidas incluem jogos informais, informação esportiva e compras online.

Steve Necessary, vice-presidente para desenvolvimento de produtos de vídeo da Cox Communications, disse que a companhia teme se abrir demais, porque isso causaria um fardo às empresas de TV a cabo, que teriam que assegurar que os aplicativos não mostrem coisas inadequadas a crianças.

"Queremos fornecer ferramentas com as quais os pais possam controlar o nível adequado de monitoramento", Necessary disse. "De forma alguma queremos ser o monstro debaixo da ponte que impede os aplicativos de entrarem."

Algumas pessoas, no entanto, ponderam se a diferença entre o uso de celulares, que geralmente possuem apenas um usuário, e o de TVs, que são mais frequentemente compartilhadas entre membros da família, possa criar problemas. Jeffrey G. Weber, vice-presidente para produtos de vídeo da AT&T, teme que abrir a televisão a aplicativos como e-mail possa incentivar disputas domésticas.

"E-mail é algo pessoal", ele disse. "O que acontece quando a esposa quer ler o e-mail da mãe na televisão e você quer assistir ao jogo?"

Amy Traduções

The New York Times 


08/09/2009
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